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Trindade questiona se vamos continuar a ver a história passar

António Trindade
(foto: PortoBay)
O Aeroporto de Lisboa volta a estar em cima da mesa. Esta quinta-feira, o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, disse que a utilização de uma pista complementar é o cenário que está a ser estudado com mais intensidade para reforçar a capacidade aeroportuária em Lisboa.
Admitiu que a partir de 2017 deverá estar consolidada a decisão acerca do reforço da capacidade aeroportuária de Lisboa, nomeadamente com a possibilidade de utilização de mais alguma pista complementar à atual infraestrutura.

Acerca desta matéria, o hoteleiro madeirense António Trindade diz que infelizmente, voltamos à "valsa das alternativas". Questiona se será que vamos continuar a ver esta "história passar" sem um plano de prioridades que prevejam soluções a curto, médio e longo prazo?
O empresário evidencia ser preciso que tenhamos a perfeita consciência de que “a capacidade dos Aeroporto de Lisboa está praticamente esgotada”, que “a nossa capacidade de crescimento da oferta turística em Lisboa está dependente da melhoria de acessibilidades, fundamentalmente as aéreas” e que empresa Vinci “refere que quer retirar uma pista para aumentar áreas de serviço”.
Mais acentua António Trindade que a TAP concentra operações aéreas em Lisboa para racionalizar mais o seu "hub Lisboa" e que a nossa afirmação estratégica em termos ibéricos, “passa necessariamente pelo aumento de capacidade imediata do(s) aeroporto(s) de Lisboa”. E desafia que se faça, por exemplo, a comparação da capacidade de Lisboa com Madrid e Barcelona.

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