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APAVT sensibiliza congéneres para Funchal normalizado

2O delegado na Madeira da APAVT revelou ontem que a associação tem feito um trabalho junto das congéneres internacionais no sentido de passarem uma mensagem positiva da Madeira. Uma mensagem de regresso à normalidade, num trabalho que diz ter sido feito em articulação com a Associação de Promoção da Madeira.


Internamente, depois de um levantamento feito junto das agências de viagens diz que, na generalidade todas estão bem. A excepção vai para duas ou três, sendo que uma delas se depara com problemas mais complicados.

João Welsh sublinha que do ponto de vista dos residentes têm existido pedidos de alteração de viagens para datas posteriores.

No sentido inverso, adianta surgiram cancelamentos e, noutros casos, adiamentos.
Daí que diga que tem havido um trabalho contínuo por parte da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo e igualmente através das próprias agências de viagens para sensibilizar os clientes de que tudo está normalizado e, no fundo, minimizar os cancelamentos de imediato.
Sem querer tapar o sol com a peneira e esconder evidência, desdramatiza. Recorda que existiram destinos que conheceram também adversidades e que conseguiram ultrapassá-los depressa.
Acredita que durante algumas semanas o mercado vai andar a ver o que realmente se passou e está a fazer para restabelecer a normalidade e que depois tudo volta à normalidade. Aliás, acredita que será este retomar da vivência que poderá constituir a grande chave a favor do destino, no sentido de demonstração de capacidade de resposta atempada e adequada.

Hotelaria

A nível da hotelaria, o administrador do Grupo Pestana, José Theotónio, refere que a primeira segunda-feira depois das adversidades, que constitui o dia de maior movimento no Aeroporto da Madeira, revelou uma redução em relação aos turistas que tinham viagem marcada na ordem dos 20 a 25%. Isto a nível médio da hotelaria madeirense. Foram passageiros que tomaram conhecimento dos acontecimentos e em cima da hora decidiram nem sequer embarcar.
Por outro lado, refere que existem clientes directos que têm contactado e questionado acerca do que se está a passar. Nada lhes é escondido. Mas, mais uma vez, desdramatizado.
O hoteleiro acentua que agora é tempo de continuar o trabalho de recuperação e depois de aposta numa comunicação forte.

Aeroporto e porto

Podemos ainda referir que a nível das principais “portas” de entrada na Madeira, tanto o aeroporto como o porto, estão operacionais
No Porto do Funchal ultimam-se os trabalhos para permitir o reabastecimento de água, muito importante para os navios que passam pelo Funchal.
O director dos Portos da Madeira, Bruno Freitas, revela que se aguarda que tudo esteja limpo nas avenidas do litoral da cidade do Funchal assim como na área do Mercado dos Lavradores, zonas que, a juntar às que já estão limpas ou continuam imaculadas, constituem palco privilegiado para passeios a pé dos passageiros.

De qualquer forma refere que é possível fazer já o trajecto para o centro da cidade via Parque de Santa Catarina.
A questão maior reside nas excursões de autocarros, sendo que, para já, alguns trajectos estão condicionados.
Até ao momento foram canceladas três escalas. Outras poderão acontecer, ou talvez não. Tudo dependerá da recuperação e de uma análise ponderada das condicionantes.

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