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Visitas despreocupadas

(foto: Paulo Camacho)
As visitas de turistas continuam. Normais. Ao Jardim Botânico, à Quinta Monte Palace, ao Cabo Girão e ao centro da cidade do Funchal, concretamente ao Mercado dos Lavradores e área da Sé, para só falar de alguns que presenciamos, continuam o seu ritmo. Indiferentes a factores que ultrapassam o objecto das suas deslocações para férias à Madeira, apreciam os jardins e as múltiplas plantas e flores e as vistas que os pontos turísticos proporcionam.
Os turistas continuam o seu ritmo de visitas em autocarros de turismo, carrinhas, em táxis ou simplesmente em carros de aluguer.

Podemos evidenciar que no caso concreto da cidade do Funchal, há a registar um reajustamento nos circuitos, sobretudo pelo facto da faixa sul da Avenida do Mar e das Comunidades Madeirenses continuar encerrada ao trânsito, uma vez que continua reservada para as operações de acesso ao aterro provisório feito a este do cais.
De resto, com os devidos reajustamentos, as duas empresas que exploram os circuitos na cidade, com os seus autocarros de dois andares, continuam a transportar turistas pelas ruas e avenidas do Funchal.
No entanto, é evidente que por não estarmos num dos principais meses de escalas de navios no Porto do Funchal, aquele movimento citadino natural que acontece quando estão navios de cruzeiro, é menor. Factor que irá mudar fortemente em Abril, quando paquetes que se posicionaram na área das Caraíbas e todas aquelas costas das Américas do sul e norte, regressam à Europa para os seus cruzeiros de Verão no Mediterrâneo e no norte da Europa, irão passar pela Madeira. São os tais cruzeiros que Bruno Freitas, presidente dos Portos da Madeira não quer ter apenas de passagem mas de forma mais continuada precisamente nos meses quentes do ano, altura em que o Porto do Funchal é quase um deserto.

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