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Karl Pojer admite que Madeira não se enquadra no padrão da Hapag-Lloyd Cruises

Karl J. Pojer. Este nome é conhecido de alguns madeirenses, sobretudo os que estão ligados ao stor do turismo. Depois de início em Nova Iorque, começou cá pelo Casino Park Hotel no início da década de 90 e posteriormente passou para o Pestana Carlton, onde foi diretor-geral, antes de ser nomeado diretor de operações do Grupo Pestana. O destino levaria o gestor para voos mais altos e para o maior operador turístico da Europa, TUI.


(foto: Hapag-Lloyd Cruises)
Há algum tempo é CEO da Hapag-Lloyd Cruises, uma companhia com presença na Madeira, embora com poucas escalas. Aliás, em entrevista recente, Karl Pojer evidenciou que a ilha portuguesa não se enquadrará muito no conceito que a companhia opera e oferece aos seus clientes. Recordou que a Alemanha é o segundo maior país de cruzeiros do mundo. E explicou que os grandes navios são cada vez mais um destino com centros comerciais, pistas de skate, escorregas gigantes, e por aí adiante.


No entanto, com a Hapag-Lloyd Cruises, deixou claro que se concentram na individualidade, na mais alta qualidade e nas suas rotas.

Acentuou que os navios da companhia têm a vantagem de que podem começar em portos menores. Por exemplo, referiu que nos estudos que fazem, verificaram que foram vários navios de grande porte à Madeira. “De repente, na ilha, estavam tantas pessoas”, pelo que evidenciou não ser o destino adequado. “Com os navios da expedição, oferecemos viagens excecionais que levam a lugares únicos. Essa é a nossa força”, sublinhou.

Em entrevista dada por estes dias nos Estados Unidos da América, Karl Pojer admitiu que o operador alemão poderia expandir os seus negócios no futuro próximo em ambos os segmentos de luxo e expedição. “Temos espaço para estender nossa frota de luxo e expedição”, disse em Ft. Lauderdale.

Complementou que a empresa está saindo de um forte 2015, com um crescimento acentuado de passageiros internacionais e de língua Inglês.

Na calha está o ajusta no logótipo da empresa, com a aceitação de "Cruises", em oposição ao alemão "Kreuzfahrten".

Disse que havia grande demanda por cruzeiros de expedição, mas advertiu que para as empresas entrarem no mercado não é tão fácil quanto parece.

Não obstante, revelou que com muito boas reservas para a Expedição e que estão a equacionar como podem expandir.

1 comentário:

  1. Algo más exclusivo que Madeira??Sr K.Pojer está bromeando! O su pasaje por Madera no se enteró de nada!!

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