navega1

VN:F [1.9.3_1094]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

marketing

Topatlanticomadeira2

VN:F [1.9.3_1094]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

marketing 123

ANAMpub2

VN:F [1.9.3_1094]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

 

August 2010
M T W T F S S
« Jul    
  1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29
30 31  

Funchal (7:28 am - 8:54 pm)

25°C

funchaldailyphoto

VN:F [1.9.3_1094]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

Orangeweb

VN:F [1.9.3_1094]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

anuncie aqui

Categories

Acontecemadeira

Inmadeiraandworld

Madeiranewsarquivo

anuncie aqui

anuncie aqui

anuncie aqui

Compra do Pestana Atalaia com bónus de “utilidade turística”

A Secretaria Regional do Turismo e Transportes decidiu atribuir a denominação de Utilidade Turística Prévia, ao empreendimento turístico actualmente denominado “Pestana Atalaia”, da sociedade comercial, “Hotéis Atlântico – Sociedade Imobiliária e de Gestão de Hotéis, S.A.”, do Grupo Pestana.

Esta decisão normalmente incide sobre os hotéis novos, mas estende-se aos que são objecto de remodelação, ou reequipamento total ou parcial, ou de aumento da capacidade em, pelo menos, 50%.

O hotel, que se encontrava encerrado há dois anos por fraca rentabilidade, já não pertence ao Grupo Pestana, pois foi vendido a um grupo sul-africano, com a assinatura do contrato a acontecer no início do mês de Julho. A confirmação chegou por parte do advogado José Miguel Tropa, intermediário do negócio. Apesar da venda, a denominação de Utilidade Turística Prévia transita de um proprietário para outro, como confirmou ao DIÁRIO um dos administradores do Grupo Pestana, Paulo Prada.

7 anos de isenção no IMI

De acordo com o Ministério da Economia Inovação e Desenvolvimento, “os empreendimentos declarados de utilidade turística poderão gozar, nos termos da legislação aplicável, das isenções do IMT (Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis) com redução do imposto do selo a um quinto e, durante sete anos, do IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) e ainda das taxas eventualmente devidas à Inspecção-Geral de Actividades Culturais.

A atribuição da denominação Utilidade Turística Prévia retira as compensações fiscais à Câmara Municipal de Santa Cruz ao nível do IMI durante 7 anos. O mesmo foi feito recentemente com as obras no Hotel Four Views Baía e para o Madeira Magic, facto que reduziu as receitas da Câmara Municipal do Funchal.

A ferramenta da denominação de Utilidade Turística Prévia, muitas vezes utilizada pelo Governo Regional, não cai muito bem na gestão das Câmaras Municipais que assim perdem uma boa fonte de receita.

Já no final do ano passado, toda a vereação da Câmara do Funchal votou favoravelmente uma proposta do vereador socialista Rui Caetano, que apresentou uma proposta no sentido do Governo Regional ressarcir as Câmaras Municipais pelas perdas destas receitas.

A Câmara de Santa Cruz tem uma diferente.

Santa Cruz dispensa Receita

Ao contrário do que sucedeu recentemente com a Câmara Municipal do Funchal, a isenção da Secretaria Regional do Turismo e Transportes não incomodou o executivo da autarquia santa-cruzense.

Com uma leitura diferente da autarquia funchalense, José Alberto Gonçalves considera mais importante a revitalização daquele espaço. “Não penso tanto em relação à receita, mas sim em relação à dinamização do hotel que nos últimos tempos não tem sido rentabilizado. Julgo que se o projecto tiver sucesso, a Câmara de Santa Cruz vai beneficiar da rentabilização do hotel”.

Apesar da isenção, o autarca não garante a mesma postura em ocasiões futuras. Por isso, fala em análises individuais. “Cada caso tem que ser analisado individualmente. Se a obra vai incentivar e dinamizar uma unidade que tem estado parada, é evidente que a diminuição de receitas agora vai ser compensada por uma animação dessa unidade da zona circundante. Vamos ser recompensados com a abertura dessa unidade”, afirmou.

Sul-africanos criam hotel ‘anti-aging’

O grupo sul-africano que avançou para a compra do ‘Pestana Atalaia’, cujo nome o DIÁRIO não conseguiu apurar junto do advogado representante, prevê direccionar esta unidade hoteleira para a terceira idade. Todavia, sublinha que este não deixará de ser um hotel normal, como várias vezes sublinhou José Miguel Tropa.

“Trata-se de um hotel normal, mas dedicado a uma faixa etária mais alta. Será o local ideal para recuperar de cirurgias e doentes em recuperação médica”.
Certo é que a estrutura em betão do hotel não será alvo de alterações, mas terá de ser melhorada. O mesmo foi confirmado por José Alberto Gonçalves, que fala mesmo na apresentação, recente, de um esboço do projecto na Câmara de Santa Cruz.

O despachado da secretaria do Turismo e Transportes no JORAM, explicita que o projecto identificado como bloco C, terá uma capacidade de alojamento de 120 camas distribuído por 58 unidades de alojamento (quartos).

Desses, 38 são de tipologia T0, 18 de tipologia T1 e 2 de tipologia T2. A área de construção total é de 11 mil metros sendo que, desses, 9 mil estão acima do solo e 1802 m2 em caves.

José Miguel Tropa, sublinha que este é “apenas o primeiro investimento deste grupo na Região”, sem avançar quais os próximos investimentos previstos alegando que não está autorizado para tal.

in Diário de Notícias – Madeira

VN:F [1.9.3_1094]
Rating: 0.0/5 (0 votes cast)

anuncie aqui

Powered by Navega Bem - Profissionais em Web Design