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Eventos depois do Carnaval vão decorrer como previsto

A assinatura do protocolo foi rubricada por Eduardo Jesus (à esq) e Carlos Lopes
(fotografia SRTC)

O Governo deixou claro hoje que a partir do Carnaval de 2021 - cancelado no último dia de 2020 -, ainda que sempre na dependência da evolução pandémica, haverá todo um calendário que a Direção Regional do Turismo pretende manter e realizar tal como está delineado.

por: Pedro Lima

No caso concreto da edição deste ano do Carnaval, que iria decorrer no próximo mês, o secretário regional de Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, disse esta manhã que, com as medidas que estão em vigor, e devido ao facto da festividade precisar de muito tempo para ser preparada, não seria possível levar avante a sua concretização.
À margem da assinatura do protocolo rubricado com a Startup Madeira, que decorreu no Centro Cultural John dos Passos, na Ponta do Sol, onde vai fica sedeada a pioneira aldeia de nómadas digitais, o governante disse ainda que a Região está a manter uma comunicação permanente com o exterior para fazer com que a Madeira e o Porto Santo continuem no radar dos mercados de origem.

Preparados para o arranque

O secretário regional revelou ainda que há um conjunto de iniciativas a desenvolver que só terão espaço no tempo quando os mercados estabilizarem sob o ponto de vista sanitário. No caso concreto do Reino Unido, fechado ao mundo e, sendo este o melhor e maior mercado para a Madeira, Eduardo Jesus disse que não pode ser feito muito mais do que aquilo que já é desenvolvido. Não obstante, revelou aos jornalistas que a Madeira já está preparada, com campanhas mais incisivas para o momento em que as pessoas possam viajar. Disse igualmente que o destino tem vindo a se posicionar como uma das melhores regiões do país com maior desempenho turístico. Realçou que a Região conseguiu ter, em novembro passado, uma taxa de ocupação que rondou os 32%, quando a média nacional não atingiu os 30%.

Nómadas são tendência

Em relação aos nómadas digitais, o secretário regional reconheceu que são uma tendência internacional e que a pandemia criou um espaço diferente, com algumas pessoas a quererem estar em lugares em que se sentem seguras e, a partir desses sítios, poderem trabalhar para o mundo inteiro. Daí que tenha afirmado que a Madeira reúne condições para estes profissionais porque, não só tem boa acessibilidade tecnológica, como também oferece boas condições de vida, de clima e paz social.
Na Madeira, revelou na ocasião, esta tendência tem sido verificada no terreno e surgiu de forma espontânea, sobretudo a partir de março de 2020.

Trabalho com a AP Madeira

Salientou que o Governo começou por trabalhar este projeto de uma forma diferente, por um lado através da Associação de Promoção da Madeira e, por outro, a partir da Startup Madeira, com a implementação do projeto-piloto "Digital Nomads Madeira".
A parceria pretende ser uma ferramenta para ajudar os nómadas digitais na gestão do seu dia-a-dia, nomeadamente nas suas refeições, serviços de lavandaria e outros.
Carlos Lopes, presidente executivo da Startup Madeira, considera que esta é uma oportunidade para o destino Madeira e também para o nomadismo digital, uma tendência cada vez mais na moda.
No último fim de semana foram contabilizadas mais de 600 inscrições, perfazendo um total de 1.600 inscritos na plataforma, de vários pontos do globo.
A este respeito, Carlos Lopes apelou a quem tiver casas, sobretudo no concelho da Ponta do Sol, que queira alugar, por longa duração, que o faça porque há muita procura.

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