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Lavandaria self-service Cotton Club faz sucesso com os turistas

A lavandaria self-service, na Rua Vale da Ajuda
(foto Cotton Club)
Cotton Club Funchal. Assim se chama a lavandaria self-service que abriu portas na Madeira no final de março de 2015. Desde então as promotoras do investimento pioneiro na ilha, Maria João Nunes e de Fátima Silva, já reforçaram a equipa com mais uma pessoa em part-time. E não podiam ser mais felizes porque é um sucesso junto dos clientes.

por Paulo Camacho

A lavandaria dispõe de espaços agradáveis
(foto Cotton Club)
No fundo, o conceito de lavandaria executado pelo próprio cliente que coloca e retira a roupa da máquina constitui já uma alternativa ao normalizado por aqui nas lavandarias tradicionais. Se aliarmos a isto o conceito de café com snacks, onde não falta a poncha, depressa vemos que a fórmula é de sucesso. Para já, em grande percentagem junto dos estrangeiros que ficam na hotelaria tradicional. São cerca de 70% dos clientes da Lavandaria self-service Cotton Club Funchal. 20% dos clientes estão hospedados no alojamento local ou são estrangeiros residentes na ilha, e 10% são residentes com máquinas pequenas em casa onde não cabem peças maiores como por exemplo edredons, cobertores, tapetes, cortinados, que saem mais em conta na lavandaria self-service comparativamente com às tradicionais. A sócia-gerente, Maria João Nunes, reconhece que há aqui margem para a dinamizar junto dos residentes no Funchal e ainda para expandir o que está a correr bem com os estrangeiros que nos visitam.

"A nossoa jóia"

A poncha faz sucesso na Cotton Club
(foto Cotton Club)
Daí que as palavras de uma cliente norte-americana, publicada por estes dias na página do Facebook da Lavandaria self-service Cotton Club Funchal, testemunha a apreciação à primeira lavandaria self-service que abriu na capital da ilha. É o “melhor lugar para um viajante cansado para limpar roupas”. E complementou: “Obtenha boa comida, com excelente apresentação, (...) uma escolha perfeita de vinho, de cerveja e de outras bebidas, (...) e relaxe com uma grande senhora no lugar mais amigável de toda a Madeira”, onde estiveram duas semanas, naquela que dizem ter sido “a melhor viagem de todos os tempos”, onde o Cotton Club “foi nossa jóia”. “Quem havia de saber que uma lavanderia poderia ser tão agradável?”, rematou o comentário.
Pois é, não deixa de ser curioso, sobretudo por ser considerado agradável para quem está habituado há muito tempo com o conceito.
Por cá, desde sempre que os madeirenses se habituaram a ver as lavandarias self-service mas apenas nos filmes, sobretudo os norte-americanos, que retratam quotidianos dos Estados Unidos da América.
Felizmente, desde há pouco mais de dois anos e meio que deixou de ficar apenas no imaginário e já podem ir com a roupa debaixo do braço e lavá-la a “peso”. E fazê-lo como se estivessem em casa.

O conceito

(foto Cotton Club)
A Lavandaria e o conceito são uma aposta de Maria João Nunes e de Fátima Silva, então ambas desempregadas de longa duração, que decidiram dar um novo rumo às suas vidas apostando num negócio inovador na Madeira. Uma aposta que não se cingiu unicamente às máquinas de lavar e de secar onde cada um coloca e retira as suas roupas.
Maria João Nunes viu no caso de sucesso do Cotton Club Lisboa, na altura, em atividade há mais de um ano na capital portuguesa, o investimento certo para o Funchal. Além da componente de lavandaria low cost conjugou-o com o referido café onde são servidas snacks num mesmo espaço onde as promotoras procuram ter o que dizem ser coisas simpáticas e diferentes. Daí o lema: “Pausa para café com cheiro a roupa lavada”.

Lavandaria e café

O Cotton Club Funchal constituiu o primeiro franchising do Cotton Club fora de Lisboa. Tem uma oferta abrangente. Permite a utilização de quem apenas quer lavar a roupa e vai dar uma pequena volta e depois recolhe-a. É uma opção igualmente para quem leva a roupa e quer esperar confortavelmente, bebendo um café e comendo uma sandes de um pão quente, que sai do forno industrial adquirido, um bolo ou um snack, aproveitando o tempo para trabalhar no computador portátil ou no smartphone, beneficiando da rede internet gratuita. Ou, simplesmente para quem apenas quer usufruir dos serviços do café.
A colaboradora em part-time, de quem os clientes gostam muito, faz poncha que os turistas que lá vão adoram. E, quando pedem chinesas ou café logo oferece uma broa da Madeira, caseira.
Para entreter quem espera que a roupa que entra suja saia limpa, além de tudo o que as promotoras vão mantendo, foi introduzido um lote de jogos tradicionais como dominó, cartas, damas, xadrez, entre outros que clientes turistas têm oferecido.

Os equipamentos

(foto Cotton Club)
A sócia-gerente explica que na componente estritamente de lavandaria está equipada com uma máquina de lavar de 8 quilos, duas de 11 quilos, e uma de 16 quilos. Depois existem duas de secar, de 16 quilos.
Maria João Nunes detalha que as máquinas de lavar têm ciclos de 37 minutos. E as de secar trabalham em ciclos de 12 minutos.
Complementa que os preços são competitivos e desafia as pessoas a fazerem as contas entre os que propõe e os que gastam em casa em toda a cadeia de lavagem.
A opção pelo sistema self-service de lavagem de roupa acaba por revelar-se económica já que permite lavar ou secar até 16 kg de roupa de uma só vez, a baixo custo e com todos os produtos de lavagem já incluídos no preço.
O sistema self-service permite, de forma fácil, a escolha do programa adequado para lavar ou secar qualquer tipo de roupa, seja roupa branca, de cor, edredons, cobertores, tapetes, toalhas ou tecidos delicados.
As máquinas de lavar e secar são de alto rendimento e capacidade e produzem bons
resultados.
Todos os produtos de lavagem são biodegradáveis e de qualidade certificada, pelo que o resultado final é a roupa visivelmente lavada e com um perfume agradável.
A Cotton Club Funchal, implantada na Rua Vale da Ajuda (a norte do Fórum

Madeira), no n.º 35 do Edifício Fórum Plaza, está aberta todos os dias entre as 10 horas e as 20.30 horas.

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