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Colombo regressa ao Porto Santo com hotéis quase cheios

O Festival Colombo transporta para hoje vivências do século XV
(foto: Visit Madeira)
Começa hoje no Porto Santo o Festival Colombo. Até sábado, a “Ilha dourada” presta homenagem a Cristóvão Colombo, com motivos que pretendem transportar para a atualidade as vivências que o navegador terá vivido por ali no último quartel do século XV. Em sua homenagem foi criado um dos poucos museus na ilha, precisamente na casa onde se crê que terá vivido, ainda que por pouco tempo. Além disso, foi casado com Filipa de Moniz, filha de Isabel Moniz e de Bartolomeu Perestrelo, primeiro Capitão Donatário do Porto Santo.
Diz uma lenda que nas noites com grande luar Colombo ainda vai até à praia da ilha passear a sua saudade. A mesma lenda refere que o navegador pode ser encontrado vagueando sobre a areia, parando de vez em quando e sombreando com a mão o olhar em direção ao horizonte. E, ao nascer do dia, a história ficcionada aponta que se dissipa no ar e só volta a poder ser vista noutra noite de luar.
O programa do Festival Colombo foi apresentado em conferência de imprensa esta segunda-feira no Forte Nossa Senhora da Conceição, no Funchal.
Artesanato, cenografia e gastronomia típica da época fazem parte do programa, onde o ponto mais alto do festival será dia hoje mesmo, a partir das 20.30 horas com o desembarque de Cristóvão Colombo, vindo da nau Santa Maria de Colombo, seguido do Cortejo Histórico pelas ruas.
Na apresentação do Festival, o secretário regional da Economia, Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, destacou a participação da população, da escola e dos próprios turistas. De referir que, do ponto de vista da ocupação hoteleira, o evento atinge este ano uma taxa totalmente inédita, na ordem dos 94%.
Esta edição conta com 400 pessoas, mais 100 do que em 2016.
Todo o programa do Festival Colombo pode ser consultado ao clicar aqui.

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