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Albuquerque não gostou de interferências no nome do Aeroporto da Madeira

“Falta de educação” e uma “deselegância”. Foi desta forma que presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, se referiu há uma semana em relação ao executivo madeirense ter ou não competência para decidir dar o nome do jogador de futebol Cristiano Ronaldo ao Aeroporto da Madeira.
O governante madeirense disse mesmo, à margem da cerimónia comemorativa do 104.º aniversário do Corpo da Polícia Florestal da Região Autónoma da Madeira, que “isso era o que faltava”. Realçou que a Madeira pagou o aeroporto, que é propriedade da Região. Por isso questionou: “Vou pedir autorização a quem?”
Miguel Albuquerque sublinhou a este propósito, que “foi deliberado, e bem, pelo Governo da Região Autónoma da Madeira homenagear um grande madeirense, um grande atleta e o capitão da Seleção Nacional”.
Esta posição foi tomada depois de confrontado com algumas notícias da imprensa de hoje que referiam que o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas teria levantado dúvidas acerca da legitimidade do governo madeirense para atribuir o nome do CR7 ao aeroporto madeirense, terra onde nasceu. Essas notícias referiam que o ministro Pedro Marques teria pedido um parecer à ANA - Aeroportos de Portugal acerca desta questão.

No entanto, Miguel Albuquerque deixou claro que a Região não entra nestas polémicas que ainda por cima entende não terem sentido.
Atente-se que a cerimónia de atribuição da nova denominação do Aeroporto da Madeira, que chegou a estar agendada para o final de 2016, foi adiada mas está marcada para o próximo dia 29.

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