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Emigrantes na Venezuela descontentes com a TAP

Emigrantes portugueses e lusodescendentes residentes na Venezuela dizem-se discriminados pela TAP, quanto aos preços praticados pela companhia.

Segundo informação facultada por um emigrante, desde maio de 2014 que o escritório da companhia em Caracas «se recusa a vender passagens aéreas à população», «devido à dívida do Governo venezuelano à TAP», situação que, refere, também acontece com outras companhias estrangeiras.
Neste ponto, este cidadão diz estar solidário e concordar com a postura adotada pelas empresas aéreas. No entanto, chama a atenção para o facto de «a TAP ser uma companhia de bandeira» e que «um dos princípios da mesma é a defesa de todos os cidadãos portugueses, que é o nosso caso».
O mesmo aponta a «discriminação que existe com os milhares de emigrantes e lusodescendentes», com base em preços que, recentemente, consultou. A título de exemplo, indicou que um voo Funchal - Caracas - Funchal, marcado através do site da companhia – www.flytap.com – custava 892,40 euros, sendo que o mesmo voo, mas com partida de Caracas, custava 1.976 euros.
Por outro lado, o mesmo percurso, com início em Caracas, mas marcado pelo site www.rumbo.com.es, custava 1.424 euros (menos 552 euros) e, com início no Funchal, custava menos 38 euros.
A informação dá conta que a «comunidade emigrante sente-se discriminada, bem como partilha da opinião que estão a ser tratados como portugueses de segunda». Como tal, deixa algumas sugestões: ajustar as tarifas de forma equitativa nas rotas Caracas - Funchal - Caracas / Funchal - Caracas - Funchal, criar no site uma opção de última hora, tendo em conta casos de urgência, paga em euros, e ainda permitir que os emigrantes utilizem as milhas no percurso Caracas - Portugal, pagando as taxas em bolívares, para que depois possam comprar um voo completo com início em Portugal.
Desta forma, o pretendido é «chamar à atenção para a forma como a comunidade portuguesa está a ser discriminada negativamente pela companhia de bandeira Portuguesa, que devia zelar pelos interesses dos emigrantes portugueses e não, como vem acontecendo, ser também ela um obstáculo».

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