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Luigi Valle: A minha missão deve ser exemplo


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O madeirense presidente do Grupo Pestana para a América do Sul considera que a sua missão itenerante só demonstra total disponibilidade e que deve servir de exemplo a todos os níveis de colaboradores. No fundo, o que quer transmitir é que a “velhice não é um posto”, como se diz na tropa, e que, quando é preciso enfrentar novos desafios qualquer um deve arregaçar as mangas.
Luigi Valle recorda que trabalha no Grupo “com muita honra” desde 1978. Há 31 anos, com um relacionamento claro e inequívoco muito estreito com o Grupo Pestana, que ajudou a nascer e a crescer, mas também pessoal, com o seu presidente, Dionísio Pestana.
Os lucros operacionais no Brasil da componente hoteleira do Grupo Pestana, que inclui a tradicional e as pousadas, vai atingir os 35 por cento este ano. Um número surpreendente comparativamente a 2008,que registou 19%.
Para Luigi Valle, presidente do Grupo Pestana para a América do sul e responsável operacional por todas a áreas do grupo em todo o mundo, embora traduza uma evolução, é preciso ter em linha de conta que em parte se deve ao abrandamento do negócio nos demais palcos onde tem as suas unidades. Sobretudo na Europa. Sublinha que o Brasil tem a particularidade de ter entrado mais tarde na situação económica desfavorável e de ter saído mais cedo. Por exemplo, recorda que o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa), cresceu 120% entre Setembro de 2008 e igual período do corrente ano. E o real continua a ganhar muito terreno face ao dólar.
Por isso mesmo, Luigi Valle diz, numa entrevista que concedeu desde o Rio de Janeiro, que, em algumas unidades, poucas, do grupo no Brasil, enquanto o ano passado 60% dos hóspedes eram estrangeiros e 40% eram nacionais (do Brasil), este ano inverteu-se. Cerca de 70% são nacionais e 30% são estrangeiros.
Mas a verdade é que terá uma mãozinha sua já que passa mais tempo à frente dos negócios do Brasil do que propriamente na Madeira. E, quando não está no Brasil está noutro local qualquer onde o grupo tem unidades hoteleiras, como acontecerá nos próximos dias.
Conforme evidencia, esta missão itenerante só demonstra a sua total disponibilidade e que deve servir de exemplo a todos os níveis de colaboradores. No fundo, o que quer transmitir é que a “velhice não é um posto”, como se diz na tropa, e que, quando é preciso enfrentar novos desafios qualquer um deve arregaçar as mangas.
Luigi Valle recorda que trabalha no Grupo “com muita honra” desde 1978. Há 31 anos, com um relacionamento claro e inequívoco muito estreito com o Grupo Pestana, que ajudou a nascer e a crescer, mas também pessoal, com o seu presidente, Dionísio Pestana.
Ora, os números do “Pastana”, conforme ouvia referirem-se ao grupo no início não passou despercebido. O fortalecimento do Grupo Pestana no Brasil, onde está há 10 anos despertou a atenção dos media locais. Entre eles, o Brasil Económico, um dos dois principais jornais económicos do país, Fez um trabalho com o empresário e concedeu-lhe honras de primeira página. Admite que o deixou particularmente satisfeito “ler o nome do grupo na primeira página”. E, em seu entender é revelador do “peso” e importância que o Grupo Pestana atingiu naquele país sul americano.
Um factor ainda mais relevante para a Região Autónoma da Madeira na medida em que o presidente do Grupo Pestana no Brasil é madeirense.

Reestruturação no Brasil

Acerca das mudanças empreendidas pelo Grupo Pestana no Brasil, que levaram Luigi Valle para um novo desafio na sua vida, o próprio recorda que se trata de uma reestruturação decidida por Dionísio Pestana. Em 2008 criou um comité com três quadros, que reportam ao presidente do grupo na América do sul, Luigi Valle.
Paralelamente, depois de uma primeira fase onde os diversos investimentos foram sendo feitos com sociedades diferentes, pelas mais diversas circunstãncias, diz que agora tem toda a lógica uma concentração, para efeitos de consolidação de números, da sua apresentação às entidades financeiras e ao trade. No fundo “para que as pessoas percebam a holding do Grupo Pestana na Amércia do Sul, que é Brasturinvest - Investimentos Turísticos SA, com sede em Copacabana, onde está o Pestana Rio Atlântica, o primeiro investimento hoteleiro no país.
As pequenas sociedades vão manter-se mas sob a holding.
Em termos concretos, enquanto anteriormente, para se saber os resultados líquidos do grupo no Brasil, tinham que somar primeiro os números de sete ou oito sociedades, para o próximo ano apenas dirão que io resultado da Brasturinvest é tanto.

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