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52% dos ingleses em terra para não pagarem taxa

Avião
(foto: stock.xchng)
Vem de Londres e a notícia é preocupante. Num mercado onde a saída de turistas para a Madeira conheceu uma quebra acentuada nos últimos tempos, a actualização a 1 de Novembro último da taxa do “viajante poluidor” só vai atrasar ainda mais a retoma das viagens.

Na realidade, o Reino Unido impôs o chamado Air Passenger Duty (APD), um imposto por contaminar o céu. Ou seja, o turista que queira vir à Madeira num avião comercial passou a pagar, numa viagem de ida-e-volta, 22 libras esterlinas, que dá cerca de 25 euros, incluído no bilhete.

Para una família de quatro pessoas (independentemente de serem adultos ou crianças, porque o APD não faz a distinção) representa um encargo adicional de 98,4 euros.

A taxa entrou em vigor no Reino Unido há 2 anos com o objectivo de limitar as emissões de gases causadoras do efeito de estufa gerado pelos aviões e a sua aplicação depende de diversos factores, como a distância percorrida, o peso do avião e a classe escolhida pelo passageiro.
A Organização Mundial de Turismo já reagiu à taxa ecológica, que um governante já terá admitido que irá ajudar os cofres do Estado. Considera que a APD é uma taxa gravosa, que afecta directamente o turismo, impõe uma carga aos países em desenvolvimento, os quais entende que já enfrentam dificuldades económicas.
Estudos revelados durante o World Travel Market, que decorreu em Londres por estes dias, apontam cenários preocupantes. Perspectivam que 52% dos turistas britânicos irão reduzir as férias no estrangeiro devido à taxa.

Não será demais recordar que a partir de 2012 as companhias de aviação que voarem para e desde um país da União Europeia vão estar incluídas no sistema de comércio de emissões de CO2.

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