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Vision of the Seas estreia na Madeira

O Vision of the Seas quando era recebido com pompa e circunstância no Porto do Funchal
(foto: Paulo Camacho)
Eram 8.10 horas quando o rebocador Ponta do Pargo começou a lançar os dois jactos de água para dar as boas-vindas ao Vision of the Seas, que ontem fez a sua estreia no Porto do Funchal.
O navio aproximou-se devagar, vindo de Oeste
(foto: Paulo Camacho)
Três apitos seus foram correspondidos pelo navio visitante. Num mar calmo, o navio da Royal Caribbean, que acabava de atravessar o Atlântico, recebeu o piloto a bordo e fez uma manobra suave até que acostasse cerca das 8.50 horas. Até cinco minutos antes, o rebocador não parou de deitar jactos de acto, e de, a espaços, rodopiar como que a mostrar o agrado de mais um estreia no porto Funchal. Uma estreia de um navio que não é novo, já que foi construído em 1998. Já devidamente amarrado, tivemos oportunidade de ir a bordo numa escala que teve assistência em terra da JFM Shipping.

Da conversa com Ingar Neerland comandante do navio fica a sua manifesta satisfação com a Madeira. “Esta baía é absolutamente bonita o que é reconfortante, sobretudo, depois de cinco dias no mar”, sublinhou, num dia que marcou igualmente a primeira vez que o capitão norueguês, nascido em 1972, aportou à Madeira e a um porto português. Curiosamente, depois de deixar a capital da ilha, levou o paquete para outra cidade portuguesa, Lisboa.


É igualmente um regresso à Europa, ao fim de 10 anos, onde esteve a navegar no Royal Viking Sun em curzeiros nas ilhas britânicas e Escandinávia. Acrescente-se ainda o elogio do comandante ao piloto que diz ter contribuído para uma aproximação muito fácil e em excelentes condições.







Ana Gouveia, dos Portos
(foto: Paulo Camacho)

Luís Filipe Jardim
(foto: Paulo Camacho)
Lino Ribeiro, da JFM
(foto: Paulo Camacho)
Além da visita a bordo que nos foi proporcionada não podemos deixar de evidenciar a troca de presentes. Primeiro os Portos da Madeira, que estiveram representados por Ana Gouveia, responsávelç pelo Gabinete de marketing, promoção e relações públicas entregram uma lembrança ao comandante Ingar Neerland. Depois foi a vez de Lino Ribeiro, director da agência de navegação JFM Shipping, e de Luís Filipe Jardim, presidente do Clube de Entusiastas de Navios. Em troca, receberam uma placa do Vision of the Seas. Durante o almoço que nos foi oferecido, podemos comprovar o que acontece em muitos navios de cruzeiros: um português a bordo. Tratava-se de Armando Almeida, nascido no Algarve, mas que confidenciou ter vivido alguns anos na Madeira. É assistente na direcção da área de restauração. Quanto ao navio, o que podemos dizer é que, na generalidada, não acusa os anos. Só olhos mais clínicos encontram alguns sinais, com especial evidência para a pintura por altura da linha de água, a mostrar uma evidente degradação a pedir doca. De resto, no interior, estamos perante um belo embaixador dos cruzeiros com todas as condições para uma viagem confortável, com uma tripulação simpática e acolhedora. O navio segue agora para o norte da Europa, para efectuar cruzerios a partir de Amesterdão, na Holanda, e países nórdicos, seguindo depois para outros na Grécia. Volta a escalar a Madeira a 21 de Novembro, altura em ruma para uma série de cruzeiros na costa do Brasil. Regressa ao Funchal a 16 de Abril de 2010 e a 7 de Dezembro desse ano. Nesta viagem trazia a bordo 1.667 passageiros e 792 tripulantes. O outro paquete, também agenciado pela JFM, o Black Watch, trazia 773 passageiros e 346 triplantes. Feitas as contas estiveram entre nós 2.440 passageiros e 1.138 tripulantes, o que dá um total de 3,578 viajantes.

(fotos: Paulo Camacho)








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