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Berardo diz que burocracia demora mais que a obra

O comendador Joe Berardo não escondeu a sua satisfação por ter sido concretizado mais um passo acerca do projecto para o novo Hotel Savoy. Embora sublinhe que tenha demorado mais tempo do que o desejado inicialmente, já que, conforme realça, há três anos pensava que seria o último que iria passar no ainda existente Savoy clássico, diz que sempre houve a preocupação de dar passos firmes em todas as fases do projecto para precaver dissabores futuros.
Por isso mesmo desabafa e lamenta que, em Portugal, a parte burocrática demore mais que a de construção que, neste caso concreto será de três anos. O processo, recorda, arrasta-se há cerca de cinco anos. E, conforme sublinha, ainda faltam projectos de especialidade, pelo que prefere não avançar datas para o arranque efectivo dos trabalhos.
Não obstante, adianta que a empresa já está a analisar propostas de construtoras.
Quanto ao momento para continuar com o projecto, atendendo à crise económica, Joe Berardo diz que continuam com a mesma vontade porque considera que a vida tem de continuar pelo que “não podemos baixar os braços”.
Quanto ao nome, o comendador deixa bem claro que o nome Savoy, pelo seu valor histórico e simbolismo que traduz para quem lá trabalha e igualmente para os turistas que durante dezenas de anos o visitam e conhecem, diz que não poderiam deixar de continuar a utilizá-lo no novo Savoy.
A construção da nova unidade irá custar cerca de 150 milhões de euros e criar entre 100 a 150 novos postos de trabalho.

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