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Madeira continua com turismo em alta

O número de dormidas na Região Autónoma da Madeira subiu 7 por cento nos primeiros cinco meses do ano, segundo dados provisórios ontem divulgados pelo INE.
Contra as 2 385 845 dormidas de 2007, entre Janeiro e Maio do corrente ano as diversas unidades do destino registaram 2 554 116 domridas. Feitas as contas verifica-se um incremento de 168 291 dormidas comparativamente a igual período do ano pasado.
Numa análise mensal aos números constatamos que o único tropeção do ano foi em Abril, com uma perda de quase duas mil dormidas. Aqui nota-se bem o efeito da Páscoa ter sido mais cedo este ano.
No caso concreto do mês de Maio, enquanto em 2007 se registaram 542 489 dormidas, este ano subiu para 588 619. Traduz-se em mais 46 130 dormidas (+8,5%).
No que toca ao mês de Maio há uma nota relevante no mercado nacional referente ao destino Madeira. Sobretudo por se tratar do mercado britânico, um dos três mais importantes para a região autónoma a nível dos fluxos turísticos.
A Madeira foi a única região de turismo do país onde este mercado, ultimamente oscilante, cresceu naquele mês. Segundo o INE, verificou-se um acréscimo homólogo de 34,6% das dormidas, coerente com o aumento, superior a 30%, do número de passageiros britânicos em transporte aéreo desembarcados na Madeira.
Em relação ao número de hóspedes, nos primeiros cinco meses de 2007 estiveram por cá nas diversas unidades hoteleiras 497.000 estrangeiros. Em igual período do ano passado, os números eram inferiores: 454.000 hópedes.
Traduzido em diferenças, há mais 43.000 hóspedes (+9,5%).
A acompanhar esta tendência de crescimento (porque os hoteleiros podiam recorrer a preços demasiado competitivos que lhes fizesse perder dinheiro) os proveitos totais e os proveitos de aposento também subiram.
Assim, enquanto no final dos cinco primeiros meses de 2007 davam conta de 111,8 milhões de euros em proveitos totais, este ano subiu para 122,7 milhões de euros, o que perfaz um incremento a rondar os 12,8 milhões de euros (+11,5%).
Quanto aos proveitos de aposento, de 69 milhões de euros o ano passado passamos para 77,8 milhões de euros este ano. São mais 8,8 milhões de euros (12,8%) de um ano para o outro.

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