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Douro navegou mais de 2.700 km numa semana

O navio Douro, atracado no Porto do Funchal
(foto: Marinha Portuguesa)
O navio de patrulha costeira “Douro” na sua primeira semana de missão na Região Autónoma da Madeira manteve uma presença ativa no mar, comprovada pelas 1.500 milhas percorridas, o que traduz mais de 2.700 quilómetros. Contribui, deste modo, ativamente para a presença naval na região e para o aumento do esforço de vigilância e patrulha na área marítima na Reserva Natural das Ilhas Selvagens.

O navio da Marinha Portuguesa apoiou igualmente o Instituto das Florestas e Conservação da Natureza, quase garantindo o apoio necessário à rendição dos vigilantes nas ilhas Selvagens. Isto porque, neste momento, estão diversas pessoas naquelas ilhas a aguardar a sua ida para que possam regressar ao Funchal. Segundo o jornalista Paulo Jardim, da RTP, já deviam ter regressado há três dias, mas o vento terá estado na origem da prisão forçada na Selvagem Grande.
Assim, nas Selvagens aguardam oito pessoas: uma equipa da João Santos Produções e o jornalista da RTP Madeira Paulo Jardim, que esteve em gravações para a série de programas Madeira Natura, dois vigilantes do Instituto das Florestas e Conservação da Natureza e os três elementos da Autoridade Marítima.
O trabalho de campo da equipa do programa que a RTP-M está a realizar estava delineado decorrer até o último fim-de-semana. Segundo o DN-Madeira, houve a possibilidade de regressarem no dia quatro de agosto, mas as filmagens ainda não estavam concluídas.
Agora, a rendição dos guardas e o regresso dos visitantes só deverá acontecer na próxima segunda-feira.
O NRP Douro chegou ao Funchal no dia 30 de julho, para a sua primeira missão operacional, integrando o dispositivo naval padrão da Marinha na Madeira.
A presença da Marinha o arquipélago tem como objetivo o reforço da capacidade de resposta a situações de busca e salvamento, contribuir para o esforço de fiscalização marítima, apoiar os órgãos de proteção civil regionais em situações de calamidade ou catástrofe naturais, e cooperar com outros departamentos do Estado com competências no mar.

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