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Cafôfo diz que aposta na Cultura foi uma das estratégias mais assumidas e bem-sucedidas

O presidente do município, Paulo Cafôfo, considera que a estratégia na Cultura foi bem conseguida
(foto: CMF)
A Câmara Municipal do Funchal organizou, desde o início de 2014 e até junho de 2017, um total de 122 eventos de natureza cultural nos mais diversos quadrantes. Incluíram teatro, dança, concertos, exposições e eventos pedagógicos, técnico-científicos e comerciais.

Este número de eventos perfaz uma média superior a 30 eventos por ano, algo como três eventos culturais por mês desde o início do mandato, sendo de referir que muitos destes desdobraram-se em múltiplas sessões.
Entre eles, contam-se algumas das iniciativas mais marcantes do primeiro mandato de Paulo Cafôfo enquanto presidente da Câmara Municipal do Funchal, como o festival urbano “Fica na Cidade”, dos concertos comemorativos do 25 de abril e do Dia da Cidade, dos espetáculos no âmbito da rede nacional de teatro EUNICE ou do revitalizado calendário de eventos do Mercado dos Lavradores, que criou de raiz o Mercado de Chocolate ou o Natal na Praça, entre outros.
O presidente Paulo Cafôfo fala num balanço “revelador, que deixa claro que a nossa aposta na Cultura da cidade foi uma das estratégias mais assumidas e bem-sucedidas de todo o mandato. O Funchal precisava de uma oferta maior, melhor e mais acessível e está à vista de todos que concretizamos a dinamização cultural que era pretendida”.

Cafôfo diz que não é por acaso que o Funchal
"é hoje uma cidade culturalmente rica"

Segundo o edil, a aposta dos últimos anos “deu frutos e afirma um legado, não sendo por acaso que o Funchal é hoje uma cidade culturalmente rica, com muitas coisas a acontecer, em quantidade e em qualidade, partindo de uma máxima essencial que é permitir que todas as pessoas possam usufruir dos nossos espetáculos. Queremos que o Funchal seja uma experiência cultural para quem nos visita, mas sempre como resultado de uma aposta na oferta para quem cá vive e acredito que a cereja no topo do bolo foi ter conseguido cumprir a democratização do acesso à cultura”.
Paulo Cafôfo destaca, por fim, o que considerou “uma estratégia plenamente integrada da nossa ação governativa, que permitiu que a aposta na Cultura fosse complementada e maximizada pela Revitalização do Comércio e Serviços e pela Estratégia Municipal de Turismo, que transformou a Cultura que se fazia Teatro, e que levou a Cultura aos Mercados, aos jardins e às ruas de toda a cidade, com os ganhos evidentes que isso trouxe a nível de dinamização da economia local”.

Cerca de 1/3 dos eventos (30%) realizados neste período foi justamente de índole comercial. Seguiram-se os concertos (16%) e os eventos ligados à literatura, à educação e ao audiovisual (16%), a completarem o pódio das atividades mais dinamizadas ao longo do mandato.

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