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Consumo de combustíveis manteve-se

A introdução no consumo dos principais combustíveis (gasóleo e gasolina) na Região Autónoma da Madeira ultrapassou os 134,6 milhões de litros em 2015, valor superior ao do ano precedente em 0,2%. Segundo os dados fornecidos pela Alfândega do Funchal, foram introduzidos 94,0 milhões de litros de gasóleo, +0,3% que em 2014.

No que se refere às gasolinas, observou-se que a de 95 octanas apresentou uma diminuição de 0,9%, enquanto a de 98 octanas registou um aumento de 5,4%. Entre janeiro e dezembro de 2015, as quantidades introduzidas de gasolina de 95 e da de 98 octanas foram de 33,5 e 7,1 milhões de litros, respetivamente.

A introdução no consumo de gás propano e butano em 2015, rondou as 14,9 e 5,8 mil toneladas, respetivamente, traduzindo pela mesma ordem, um aumento de 9,8% e uma diminuição de 16,6%, em comparação com 2014. Já no gás natural, a quantidade introduzida foi de 21,3 mil toneladas.

A evolução observada no 4º trimestre de 2015  para os principais combustíveis contribuiu para as tendências anuais já mencionadas. A procura de gasóleo rodoviário cresceu 0,9%, enquanto no que se refere às gasolinas, observou-se que a de 98 octanas apresentou um aumento de 8,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Já na gasolina de 95 octanas, o valor da introdução ao consumo foi ligeiramente inferior ao do período homólogo.

Média dos preços de 2015 foi mais baixa que no ano precedente

Em 2015, a média dos preços máximos de venda ao público do gasóleo rodoviário foi de 1,151€, tendo diminuído 17 cêntimos face a 2014. Evolução idêntica sucedeu no caso da gasolina de 95 octanas, cujo preço médio foi de 1,489€, o que representou uma redução de 15,3 cêntimos entre 2014 e 2015.

No 4.º trimestre de 2015, o preço médio do gasóleo rodoviário fixou-se em 1,099€, inferior ao registado no período homólogo (1, 270€) e no trimestre anterior (1,151€). No caso da gasolina de 95 octanas, o preço médio foi de 1,430€, inferior em 15,9 cêntimos ao verificado no período correspondente do ano precedente e inferior em 10,6 cêntimos ao observado no 3.º trimestre de 2015.

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