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Paquetes esgotam lotação do Porto do Funchal


De manhã, bem cedo, o Osterdam aproximou-se do Porto do Funchal...


O Porto do Funchal voltou a ter ontem casa cheia, com a presença de quatro navios de cruzeiro. No total, entre passageiros em trânsito, desembarcados e embarcados, estiveram naquela infra-estrutura portuária 8.160 passageiros.



... com a sua chegada, o Thomson Celebration teve de sair e fundear...


Fora destas contas ficam os navios mistos de passageiros e de carga Lobo Marinho e Volcan de Tijarafe.
Depois de ter entrado bem cedo no porto, pelas seis horas da manhã, o Thomson Celebration, que semanalmente passa pelo Funchal, aproveitou para retirar alguma da bagagem dos 170 passageiros que iriam desembarcar.

... para que o navio da Holland America Line ficasse à cabeça do molhe


Pelas 8/8.30 horas, o navio deixou o porto e ancorou nas imediações do Hotel Porto Santa Maria, a leste da cidade. Isto porque, para o seu lugar, entrou o Oosterdam, com 1.800 passageiros a bordo. A maioria de origem norte-americana. Sobressaiam ainda no paquete de casco escuro passageiros do Canadá e da Alemanha. O navio veio de Half Moon Cay, nas Bahamas, e seguiu para Lisboa.
Atrás do paquete da Holland America Line estava o gigante da Costa Cruises, o Costa Serena, com 3.180 passageiros a bordo. Nesta passagem pela Madeira a caminho de Málaga desembarcaram 59 passageiros e embarcaram 66. O porto de origem do navio foi Tenerife.


Durante todo o dia ficou desta forma, com o Oosterdam, o Costa Serena e o Aidabella

Do outro lado do porto, com cerca de 90% de alemães e austríacos a bordo, continuava o AidaBella, com 2.120 passageiros a bordo. O navio havia chegado, como sempre, cerca das 12/13 horas de domingo, vindo de Las Palmas, e saiu ontem, pelas 17 horas, para La Palma.
Por último, voltemos ao Thomson Celebration, que escalou a Madeira com 1.060 passageiros a bordo. Embarcaram 160 passageiros.


Quanto ao Thomson Celebration, teve de fundear

Sublinhe-se que, por ter de ficar fora, o movimento dos passageiros entre o navio e terra foi feito através de um vai-e-vem constante de lanchas do próprio navio, que acostavam na entrada da Marina do Funchal, onde se encontrava uma equipa da tripulação a prestar assistência.
O inconveniente maior terá sido o facto dos passageiros com bagagem terem ainda de passar na Alfândega do Funchal, no cais sul, junto ao ilhéu de Nossa Senhora da Conceição.
O navio acabaria por regressar ao Porto do Funchal, depois do Costa Serena zarpar depois das 19 horas.


O Oosterdam


O Costa Serena


O Aidabella


Desembarque na Marina do Funchal dos passageiros do Thomson Celebration...


... onde existia uma equipa de bordo a prestar toda a assistência


O grande problema foram as bagagens, devido ao inconveniente de ter de ir até à Pontinha


À tarde, o Costa Serena deixou o Funchal e o Thomson Celebration foi ocupar o seu lugar, até perto da 23.59 horas

Uma nota mais para dar conta que o Lobo Marinho voltou a ter problemas ontem de manhã. Novamente com o vedante, que já havia atrasado a partida do navio no sábado.
Ontem de manhã, o vedante de borracha substituto do motor voltou a ceder e a obrigar a nova substituição. Saíu pelas 11.30 horas.
Por isso mesmo, Duarte Rodrigues, administrador da Porto Santo Line, disse que era esperado ao fim do dia um técnico que vem procurar solucionar definitivamente este contra-tempo.
Refira-se ainda que o navio da Naviera Armas só chegou depois das 16 horas de Portimão (quando deveria ter aportado de manhã, um atraso que se terá ficado a dever ao atraso que foi forçado à partida da Madeira no sábado), pelo que a saída marcada para as as 19 horas acabaria por ser ligeiramente penalizada, já que o navio saiu cerca das 19.20 horas.

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