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Turismo é factor de sucesso para a internacionalização

São cinco os factores críticos de sucesso para a internacionalização da economia madeirense, apontados recentemente no Funchal por Paulo Carpinteiro, da Brainy Partner Madeira: “turismo, cultura e bem-estar”, a “cadeia alimentar”, o “património natural e património cultural tradicional”, o “património de conhecimento e competências”, e a “construção, engenharia civil e actividades conexas”.
Em relação ao primeiro, “turismo, cultura e bem-estar”, entre o conjunto de pontos fortes e fracos, e oportunidades e ameaças, podemos apontar, no capítulo das oportunidades o aproveitamento do património natural, através da diversificação tipológica da actividade, como o turismo rural, o agro-turismo, o ecoturismo e o turismo náutico.
Outro ponto relevante será o crescimento da indústria do lazer e do bem-estar, que se poderá traduzir num segmento que diríamos ser de turismo terapêutico, à escala mundial, com aumento e diversificação do público-alvo dominante do turismo.
Outro ponto mais é a liberalização dos transportes aéreos entre a Madeira e o continente, beneficiando das dinâmicas cncorrenciais subsequentes.
O segundo factor crítico apontado no estudo da Brainy Partner Mdeira é a “cadeia alimentar”. Aqui, o autor chama à atenção para a importância da criação da Marca Madeira, enquanto selo de excelência da actividade económica.
Quanto ao terceiro factor crítico de sucesso apontado temos o “património natural e património cultural tradicional”. Aqui podemos evidenciar duas das oportunidades apontadas: o fomento de novas zonas verdes públicas e espaços de lazer e recreio nas áreas urbanas e na periferia, e ainda, o enquadramento paisagístico de infra-estruturas, edifícios de grande dimensão e urbanizações, particularmente nas áreas de maior sensibilidade paisagística.
O quarto factor crítico, o “património de conhecimento e competências”, aponta oportunidades nos domínios da educação, ensino e formação, na vertente do conhecimento, multimédia e e-business e nos serviços avançados às empresas.
Finalmente, o quinto factor de sucesso, a “construção, engenharia civil e actividades conexas”, onde o autor sublinha a importância da cooperação entre as empresas porque, como referiu, na internacionalização é necessário haver dimensão.

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