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Madeira quer estar na frente da excelência dos destinos


A presença da Madeira Centro Mundial de Excelência de Destinos custa à Secretaria Regional do Turismo e Transportes 40 mil euros nesta fase. Um custo que assume na plenitude, pelo que todas as entidades participantes não têm quaisquer encargos, conforme explicou recentemente Paulo Faria, director regional do Turismo.
Neste momento na fase de implementação do Sistema de Medição de Excelência dos Destinos Turísticos, a região autónoma integra, assim, uma instituição internacional, que além de Montreal, no Canadá, conta com poucos destinos, para já, no seu seio. Na corrida surgem destinos como o Vale do Douro, em Portugal, Espanha, França, Atenas, na Grécia, Egipto e Cidade do México, no México.
O seu enfoque é na orientação dos destinos turísticos mundiais para a excelência.
Em relação ao SMED - Sistema de Medição de Excelência dos Destinos Turísticos, um dos seus princípios directivos assenta no propósito dos destinos turísticos deverem manter ou realçar o carácter geográfico do lugar, onde se evidencia o seu meio ambiente, a cultura, a estética, a herança e o bem-estar dos seus residentes.
Quanto a associados do SMED, podem ser organismos que tenham competência reconhecida sobre as actividades turísticas no destino, os municípios, as regiões de turismo e as associações de promoção.
Importa sublinhar o que é tido como noção de excelência no âmbito do SMED que é ao nível da excelência dos destinos turísticos e não a excelência do turismo, que pode referir-se a um determinado produto ou a um serviço de qualidade superior.
E são quatro os campos de excelência: destinos turísticos sustentáveis, organização do destino turístico, actividades e serviços.

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