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III Painel: Ambiente: oportunidade ou ameaça

O terceiro painel e último painel teve como tema: “Ambiente: oportunidade ou ameaça”. Foi orador Angel Diaz, um especialista que veio de Espanha.
Entre o que ficou dito, referiu que um projecto tem de acrescentar maior valor ao território, seja um resort ou para uma casa de turismo no espaço rural. Neste âmbito sublinhou a importância de haver a procura de um projecto de futuro.
Um dos dois comentadores foi José Teothónio, administrador do Grupo Pestana.
Começou por dizer que o turismo consome território mas também pode contribuir para preservar a cultura e as actividades genuínas de cada destino.
Mais adiante diria que o turismo tem tudo para ser amigo do ambiente. “Vive dele e sem ele definha”.
Neste sentido, no caso concreto da Madeira, partilha da visão de António Trindade que afirma ser a serra e o mar os factores distintivos do destino.
Falou igualmente das ameaças que poderão resultar de projectos turísticos no mundo, feitos por quem não tinha “know-how”, mas que surgiram numa altura em que havia excesso de liquidez na banca.
E, em jeito de remate, abordou a questão da competitividade, que diz não dever ser entre empresas mas antes entre destinos. Por isso, defende que há que haver um trabalho conjunto para potenciá-lo.
O segundo comentador foi Domingos Abreu, especialista madeirense em questões ambientais, que já desempenhou o cargo de director regional de Ambiente.
Começaria por dizer que se sabe muito pouco acerca do ambiente, ao contrário das áreas económicas e sociais.
Nesse sentido, referiu que, pelo facto do turismo se desenvolver na Madeira há séculos, seria importante saber quantificar as oportunidades e as ameaças desse turismo.
No período de perguntas e respostas, João Welsh defendeu que haja uma maior focalização nos mercados tradicionais em lugar de apostar na diversificação.
Neste sentido, refere que há que haver um reforço da promoção, o que, a não existir, impede uma maior procura.

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