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II Congresso anual do Turismo consensual no valor do ambiente

Se dúvidas existissem à partida, o II Congresso Anual do Turismo, realizado na Madeira, no dia 17 de Outubro, acabou por dissipá-las completamente. Na região autónoma, além de uma convergência natural com o Turismo, também é ponto assente que todos são unânimes que este sector é uma realidade que não pode viver separada do ambiente.
No conjunto dos oradores, moderadores e congressistas que usaram da palavra, a defesa do ambiente foi evidente. Não obstante, ouviram-se vozes inconformadas no Centro de Congressos da Madeira, sobretudo saindo em defesa de pontos menos bons que se vão fazendo na ilha, como sejam as praias de areia amarela, que não têm nada a ver com a Madeira, e a importação de plantas e árvores que, além de igualmente não representarem na história do arquipélago, têm a particularidade de poderem trazer alguns problemas com o transporte indevido.
Outro ponto que se ouviu na sala teve a ver com as críticas à construção do teleférico no Rabaçal e ainda o nível da construção, do que chamaram a carga máxima, sobretudo da cidade do Funchal.
De resto, todos convergem que é no ambiente que está um dos principais factores distintivos do destino Madeira, com a dupla componente de serra e mar. Sobretudo o primeiro, encerra um conjunto de factores que o fazem único.

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