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Pestana Chelsea Bridge, um hotel para investir

O Pestana Chelsea Bridge Hotel marca uma tripla estreia para o grupo Pestana, na medida em que é o seu primeiro hotel num país europeu que não Portugal, é a sua entrada no segmento londrino da venda e leaseback de quartos de hotel, bem como é a estreia de um grupo estrangeiro neste mercado.
A unidade terá 218 quartos, 66 dos quais são para venda num sistema em que os proprietários os alugam depois à rede para exploração hoteleira, recebendo 50% da receita líquida gerada pelo quarto.
“O hotel gerirá o aluguer dos quartos e os proprietários receberão 50% da receita líquida do quarto com uma taxa de retorno bruta de 6% ao ano garantida nos dois primeiros anos, bem como uma opção de 30 dias de uso pessoal do hotel”, indicou o grupo em comunicado divulgado no mercado britânico.
O comunicado acrescenta que os proprietários também terão a oportunidade de optar por utilizar 15 desses 30 dias de direito de utilização em unidades do grupo Pestana noutros países, designadamente em Portugal, Brasil, Argentina, Cabo Verde, Moçambique e África do Sul.
“Os quartos do Pestana Chelsea Bridge Hotel são as primeiras propriedades em venda e leaseback oferecidas no Reino Unido por um grupo internacional”, destaca o comunicado, que refere que o preço dos quartos começa em 295 mil libras (mais IVA), incluindo mobiliário e decoração, e que os alugueres são por 999 anos.
O grupo destaca ainda o facto de, ao contrário do que se passa noutros casos, em que os projectos são avançados por promotores que depois fazem o outsourcing da operação hoteleira, no seu caso é uma rede hoteleira que promove o investimento e assume a sua gestão.
“A experiência Pestana na hotelaria, ética de serviço e standards meticulosos são uma garantia suplementar para os investidores de que o hotel será gerido profissionalmente e comercializado através da sua rede internacional”, acrescenta.
O hotel, de 4-estrelas, com conclusão prevista para Setembro de 2009, situa-se nas proximidades do rio Tamisa, a poucos minutos do Battersea Park, área verde que inclui lagos, pistas de jogging, campos de ténis, e lagos, bem como face a um dos ícones da cidade, a Battersea Power Station, actualmente em renovação, para passar a oferecer restaurantes, hotéis, comércio e espaços de conferências e exposições.
O grupo indica ainda que antecipa praticar tarifas das diárias entre 130 e 160 libras e destaca que Londres é uma das capitais europeias com as mais elevadas taxas de ocupação e receita por quarto disponível (RevPAR), citando o Deloitte Hotel Benchmark Survey e um estudo da Price WaterhouseCoopers.
Nos últimos cinco anos, segundo a Price WaterhouseCoopers, a RevPAR da hotelaria londrina teve um aumento da RevPAR em 33%, com uma subida das tarifas das diárias em 18% e uma melhoria das taxas de ocupação em 12%.

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