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Hotéis: Só 25% permite pagamentos no site

Apesar da quase totalidade das unidades hoteleiras em Portugal ter confirmado presença na Internet, cerca de 66% não tem as reservas integradas no sistema de front-office e apenas 25% permitirá o pagamento da reserva no seu site.
Áreas como a gestão do relacionamento com o cliente (marketing), distribuição e conforto do cliente revelam-se como os sectores onde será mais necessária a atenção dos decisores das unidades portuguesas.
Segundo o estudo promovido nos últimos meses pelo Gabinete de Estudos e Estatísticas (GEE) da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), em conjunto com o departamento de Inovação, Ciência e Tecnologia da Universidade Portucalense Infante Dom Henrique, no âmbito do Tourism Think Tank (TTT), projecto promovido pela AHP, apenas 45% dos hotéis mantêm uma Intranet com as aplicações de negócio nelas integradas.
De uma forma geral, «é possível concluir da existência de tecnologias de informação relativamente actuais a suportar as actividades primárias de suporte à gestão do hotel (produção e comercial), mas sobre as quais incide grau de exploração a potenciar mais, algo que se depreende do relativamente baixo grau de integração das aplicações de negócio, do posicionamento das estruturas de SI/TIC nas organizações e falta de formação em novas tecnologias», afirma Filomena Lopes, da Universidade Portucalense.
Para Luís Pestana Mourão, director do GEE, «este estudo é revelador do esforço efectuado por todos quantos presentes na indústria em prol da utilização de novas ferramentas de gestão, algo que contudo deve continuar, reforçando o papel das SI/TIC e dos gestores com responsabilidade pela área dentro das organizações na gestão do negócio. A sensibilização, dentro do sector, à utilização das SI/TIC pelas unidades é um trabalho que tem que continuar».
Este estudo foi realizado junto de uma amostra significativa dos hotéis em Portugal e retrata a forma como as tecnologias e sistemas de informação e comunicação (SI/TIC) são utilizadas nesta indústria.
TTT
O TTT pode ser apelidado de portal apenas no sentido de "…uma entrada, portão, pórtico, ou um meio de acesso: a biblioteca local, um portal de conhecimento", não relacionado com a Internet: "…um website considerado um ponto de entrada para outros websites muitas vezes por ser um motor de busca ou dar acesso a um…".
Através de um simples clique, os utilizadores podem discutir ideias, trocar informações, procurar emprego, rever necessidades de fornecimento e aprender das melhores práticas.

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