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AP Madeira: Alteração aos estatutos adiada uma semana

Com uma leitura diferente para uma mesma realidade, a Assembleia Geral da AP Madeira, agendada para segunda-feira, dia 19, de manhã, acabou por não ter quorum para que realizasse na Sala Algarve do Hotel Porto Mare. No Funchal.
Por isso mesmo, Francisco Santos, presidente da direcção da ACIF-CCIM e, por inerência, presidente daquele órgão da Associação de Promoção da Madeira, findos os 15 minutos previstos nos estatutos, não havendo a presença de associados suficientes decidiu adiar a reunião.

Deste modo, a próxima, qu tinha de ser marcada para um prazo máximo de uma seman, está agendada para o próximo dia 29, às 11 horas em local a designar.

No entanto, esta questão do tempo de espera não foi linearmente bem interpretada por todos os presentes. Havia quem invocasse outro articulado que previa mais tempo de espera. Mas, para o registo, ficou o adiamento.

A próxima reunião da assembleia geral será feita com os presentes.

Quanto à razão de existência da assembleia, prende-se, sobretudo, com três pontos.

Um assenta na intenção de alterar os estatutos na questão de um sócio igual a um voto.

No novo figurino, os sócios fundadores: ACIF-CCIM e Governo Regional, ficam cada um com 20 por cento dos votos nas assembleias gerais. Segundo nos confidenciaram, torna mais fácil a gestão da AP Madeira.

Sobre esta matéria, Conceição Estudante, secretária regional do Turismo e Transportes e, por inerência, presidente da direcção da associação, diz que se pretende com a alteração dos estatutos fazer a AP Madeira crescer e evoluir.

Em relação aos 20% que ficarão na mão do governo, sublinha que visam garantir uma visão global e estratégica do destino, não deixando que fique dependente de pequenas opções que possam estar a pensar em interesses mais individualizados. «Há que salvaguardar o interesse público», remata.

Outro dos pontos que consta na agenda de trabalhos assenta na questão do Conselho Consultivo, que deixa de ter qualquer peso vinculativo nas suas decisões. Além disso, a intenção é que passe a ser reforçado com representantes da Assembleia de Municípios da região autónoma, dos Aeroportos da Madeira e dos Portos da Madeira.

Finalmente, outro ponto será a questão de toda a promoção do destino passar a realizar-se pela AP Madeira, e não como até agora onde a Direcção Regional do Turismo tinha esta missão a seu cargo para o mercado nacional e para os mercados emergentes.

No fundo é um desejo antigo dos privados já que não faz sentido haver duas entidades a promover um mesmo destino.

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