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Há bom relacionamento entre operadores e agentes de viagens


O segundo painel do Congresso da APAVT foi dedicado à Operação Turística.
Entre os oradores estava Pedro Costa Ferreira, vice-presidente da ES Viagens. Das suas palavras ouvimos que os operadores não vão acabar e que se existem problemas de quota de mercado deve-se à existência de várias empresas a actuar neste domínio.

por Paulo Camacho

Por isso mesmo, num painel moderado pelo madeirense Paulo Neves (jornalista e professor universitário), admitiu que uma das formas de ultrapassar esta situação passe por mais concentração.
Quando à relação entre os operadores turísticos e os agentes de viagens diz que está bem. “E recomenda-se”, acrescentou.
Sobre esta matéria, Eduardo Pinto Lopes, administrador da Mundos Sonhando, que tem operadores turísticos como a TerraBrasil, sublinhou que enquanto houver equilíbrio de forças, o actual status quo mantém-se. Isto porque, fala-se, quando os operadores começarem a perder terreno, há quem fale que podem passar, elas próprias a vender ao cliente final. Uma situação que o administrador da ES Viagens diz que pode acontecer à luz da legislação vigente mas que prefere o grande canal de distribuição que são as agências de viagens.
No que toca às low cost, foi curiosa a posição de Pedro Costa Ferreira, que disse não saber o que se trata. Mas admitiu que são companhias onde viajar a seis meses de distância é barato, mas que a seis dias, prefere a TAP.
Em jeito de remate foi directo ao dizer que em lugar de trabalhar com as low cost, que admitiu fazer negócio, diz que prefere antes aumentar o negócio com a TAP.

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