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Projecto do Molhe é cereja para o Porto do Funchal



O director dos Portos da Madeira evidenciou que o novo “Molhe”, cujas obras se fizeram sobre o património existente, sem o beliscar, são a cereja em cima do bolo que serão os projectos para todo o Porto do Funchal.

por Paulo Camacho

Depois de deixar bem clara a transparência em todo o processo de concessão do espaço, que, agora, diz até ser mais vantajosa para a região, João Reis manifestou esperança que jamais seja necessário retirar o que foi feito. O que significa um acreditar no novo projecto.
Um projecto que o presidente do Grupo Siram, Sílvio Santos, que tem a concessão do Molhe, sublinhou irá demonstrar aos madeirenses que lá forem que alguns estavam errados com as críticas feitas sem conhecerem o resultado final.
Outro orador foi o “pai” do projecto, o arq. Guimarães que historiou todo o processo e que ressalvou a importância das intervenções sobre o património para o preservar. Como o fez noutos espaços emblemáticos nacionais como o Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.
Finalmente, para o presidente do Grupo Lágrimas, que assume a gestão do espaço, disse que qualquer pessoa deve orgulhar-se do trabalho desenvolvido no Forte de Nossa Senhora da Conceição.
Admite que será um espaço nobre da cidade onde o seu grupo tudo fará para que seja um caso de sucesso.

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